sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Wonder Woman|2017


A primeira vez que Wonder Woman apareceu, foi em Batman vs Superman na Doomsday Battle, e fiquei logo com a pulga atrás da orelha. Queria ter ido ver este filme ao cinema, muito. Mas acabei por vê-lo em casa passado meses do seu lançamento. Eu sabia que ia gostar. Tinha a certeza. Mas foi muito para além das minhas expectativas.
Sou fã de super-heróis, mas não aquela fã que compra as BD's, porque os considero extremamente caros, mas sou fã de praticamente todos. Desde a Supergirl, Batman, Superman, Flash entre tantos outros, mas confesso que os que têm mitologia antiga por trás, me excitam mais. É o caso de Wonder Woman (Gal Gadot) e Thor (Chris Hemsworth).
O mundo está a tornar-se mais feminista do meu ponto de vista e penso que isso é visível através das grandes produções cinematográficas como Wonder Woman, The Bold Type e Supergirl, têm trazido todo o girl power que nós mulheres poderíamos pedir. Esta mulher é apresentada como uma criança no início do filme, Diana , completamente fascinada pelos feitos das guerreiras de Themyscira, mas super protegida pela sua mãe, a rainha Hipólita (Connie Nielsen). Diana descobre os seus poderes enquanto treina com a sua tia Antíope (Robin Wright) e Steve (Chris Pine) chega à ilha de Themyscira.


Wonder Woman é um bom filme, tem o foco na Primeira Grande Guerra Mundial, o contraste entre o conservadorismo que é o mundo com o que é uma mulher guerreira, a inocência de Diana que sempre foi protegida pela sua mãe do Deus da Guerra, Ares (David Thewlis) e ainda muitas piadas à mistura.
A narrativa é simples e sem grandes elaborações, o amor de Steve e Diana é equilibrado mas Wonder woman mostra-nos o contraste entre o tratamento destinado às mulheres e aos homens, através de Etta Candy e trás-nos personagens bastante diversificadas, é o caso da sua equipa formada pelo árabe Sameer (Saïd Taghmaoui), escocês Carlie (Ewen Bremner) e o americano Chefe (Eugene Brave Rock) que faz que Wonder Woman seja uma história muito mais complexa e completa do que muitos dos filmes de super-heróis que costumo acompanhar. É essencialmente uma história de Girl Power e de percepção sobre o mundo que vivemos, que não está assim tão diferente de como Diana acaba por se aperceber que está, doente e menosprezado pela humanidade, e que não é só culpa do Deus da Guerra, Ares.



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