quarta-feira, 25 de outubro de 2017

The Bold Type|2017

The Bold Type revelou-se uma série com um conteúdo mais profundo do que pensaria que fosse quando comecei a ver os primeiros episódios. Aliás, o primeiro episódio não é assim tão promissor, mas garanto-vos, se deram uma chance ao primeiro episódio vocês têm de concluir a série.
Não é mais uma série que vemos para nos rirmos, apesar de também o ser. É uma série com um "empowerment" incrível, onde a grande narrativa é de volta de grandes mulheres, com personalidades fortes. Jacqueline Carlyle (Melora Hardin), a editora-chefe dá ares de Miranda Priestly (Meryl Streep) em o "Diabo Veste Prada"[2006], e é incrível, tornando-se numa das minhas personagens preferidas, assim como Sutton (Meghann Fahy), que não a conhecia de outras andanças, mas que vou continuar a acompanhar.
The Bold Type acompanha o dia-a-dia de três amigas na revista Scarlet, esta série é baseada na vida da ex-editora-chefe da revista Cosmopolitan. Jane (Katie Stevens), Kat (Aisha Dee) e Sutton são três jovens que vão ver a sua vida muitas vezes misturada com o trabalho, mas descobrem a pouco e pouco que faz parte. Quando começa a série Jane, é promovida a colunista, Kat é gestora das redes sociais, já Sutton é secretária de uma das directoras da revista.
A série leva-nos a questionar-nos sobre alguns problemas que se passam na sociedade de hoje, o apego a tudo o que é digital, à questão racial, homofobia entre tantos outros.
Já acabei a 1ª temporada agora é esperar pelas seguintes, se não me engano já foi aprovada para mais duas temporadas. É uma série leve que traz à superfície alguns problemas com que lidamos todos os dias e sobretudo, é uma série cheia de girlpower.

2 comentários

  1. Eu não acho esta série nada de especial mas é verdade que ela abraça grandes questões e isso fez com que lhe desse uma oportunidade. Também gosto imenso da Jacqueline e sim ela faz lembrar a Miranda. Acho que falta algo a esta série...vamos ver o que nos trazem nas próximas temporadas.

    ResponderEliminar

© the washing machine.
Maira Gall